Foto de uma transportadora

Movimentação automatizada: quais os benefícios? 

Atualmente, muitas empresas ainda dependem do transporte manual entre processos, fazendo com que colaboradores precisem locomover caixas, empurrar carrinhos ou deslocar produtos de uma estação para outra.

Embora essa rotina pareça comum, ela introduz uma variável que o processo não consegue controlar: a movimentação humana. Entenda mais sobre essa questão lendo o texto a seguir.

Por que a movimentação humana limita a produtividade?

Em muitas fábricas, os equipamentos possuem capacidade para produzir em um determinado ritmo, mas a transferência entre uma etapa e outra não acompanha essa velocidade.

Imagine uma linha dessas, onde um colaborador precisa retirar itens de uma máquina, transportá-los até outra estação e organizá-los para o próximo processo. 

Sempre que houver uma interrupção, seja para atender outra demanda, trocar de turno ou reorganizar o espaço, toda a linha pode desacelerar.

Quais são as consequências que a movimentação manual traz?

Dentre os impactos negativos da movimentação manual é possível destacar: 

  • Acúmulo de produtos em determinados pontos da linha;
  • Aumento da variabilidade do processo;
  • Necessidade de mais operadores para algumas atividades.
  • Dificuldade para aumentar a produção sem ampliar significativamente a equipe. 
  • Riscos de acidentes de trabalho.

Como a movimentação automatizada transforma a linha de produção?

Entretanto, quando a movimentação dos itens é automatizada, o fluxo deixa de depender da intervenção humana constante.

Isso faz com que embalagens e produtos, por exemplo, consigam ser deslocados continuamente entre diferentes etapas, mantendo um ritmo uniforme e previsível.

Quais as consequências da movimentação automatizada?

Essa previsibilidade pode acabar gerando diversos benefícios a curto e longo prazo, como: 

  • Melhor aproveitamento dos equipamentos;
  • Maior padronização operacional;
  • Diminuição dos gargalos internos;
  • Facilidade para expandir a produção futuramente. 
  • Diminuição dos riscos de acidentes de trabalho.

Quais soluções podem automatizar a movimentação?

A movimentação automatizada em um processo industrial pode assumir diferentes formatos, e algumas das soluções mais usadas incluem: 

Transportadores de caixas

Como o nome sugere, são projetados para movimentar caixas de maneira contínua e segura, contribuindo para um melhor fluxo. 

Esteiras de elevação

Em plantas com diferentes níveis de produção, as esteiras de elevação permitem transportar produtos entre pisos ou equipamentos posicionados em alturas distintas.

Sistemas de movimentação contínua

Linhas completas podem ser integradas por sistemas contínuos de movimentação, conectando diferentes equipamentos em uma única sequência operacional.

Girofreezer: automação também na etapa de congelamento

Vale ressaltar, todavia, que a movimentação automatizada não termina no transporte entre equipamentos. Ela também pode fazer parte de operações críticas, como o congelamento de alimentos, o Girofreezer é um exemplo dessa aplicação.

Por utilizar um sistema em espiral, ele permite que os produtos avancem continuamente durante todo o processo.

Isso significa que cada item permanece exatamente o mesmo tempo dentro do Girofreezer, lote após lote, mantendo um padrão operacional muito mais consistente.

Como resultado, a indústria obtém maior previsibilidade, melhor aproveitamento da capacidade produtiva e, ainda por cima, garante maior segurança aos consumidores, já que a integridade alimentar não é comprometida.

Automatizar é caro ou caro é não automatizar?

Uma das maiores objeções à automação costuma ser o investimento inicial. É comum que gestores avaliem apenas o valor necessário para implantar novos equipamentos, sem considerar quanto a operação perde diariamente ao manter processos manuais.

Porém, quando uma linha depende da movimentação feita por pessoas, diversos custos acabam sendo incorporados à rotina da empresa sem que sejam percebidos imediatamente, como a contratação de novos funcionários.

Além disso, ao longo dos meses, essas perdas frequentemente representam valores muito superiores ao investimento em automação. 

A automação começa pelo entendimento do processo 

Antes de indicar qualquer equipamento, é fundamental compreender como a operação funciona e identificar exatamente onde se perde eficiência. 

É dessa forma que trabalha a JMEX. Com isso, ela faz com que o investimento seja direcionado para aquilo que realmente aumenta a produtividade, melhora o fluxo operacional e prepara a indústria para crescer de forma consistente.

Profissionais da JMEX trabalhando em um projeto de câmara fria

Câmara fria: o que o gestor não observa?

Para muitos gestores industriais, especialmente no setor alimentício, a rotina parece
estar sob controle se a câmara fria estiver operando normalmente, os
equipamentos estiverem ligados, os pedidos sendo entregues e a produção
seguindo o cronograma previsto.

Ler artigo